Ordered List

13 de fevereiro de 2012

NOMEAÇÕES E POSSES DE NOVOS PÁROCOS NA ARQUIDIOCESE DE RP



Dom Joviano empossa o Pe Marcelo Machado,em Jurucê.

O padre Marcelo Luiz Machado foi empossado dia 2 de fevereiro, como novo pároco da paróquia São Pedro, no Distrito de Jurucê, Jardinópolis. Pe. Marcelo exercia a função de Vigário Paroquial da paróquia Jesus Misericordioso e Santa Edwiges, no Jardim Nova Aliança, em Ribeirão Preto, e é o atual Assessor da Equipe de Animação Bíblico-Catequética.


No sábado, 4 de fevereiro, às 19 horas, o padre Juliano Gomes tomou posse como pároco da paróquia Santa Teresa D´Ávila, no Jardim Recreio, em Ribeirão Preto. Padre Juliano exerceu até o mês de janeiro o seu ministério presbiteral como Vigário Paroquial da Catedral Metropolitana de São Sebastião. Na Arquidiocese de Ribeirão Preto coordena o SAV - Serviço de Animação Vocacional.

Padre Nivaldo e Pe Andre

O padre Nivaldo Gil tomou posse como pároco da paróquia Cristo Rei, em Cajuru, no dia 10 de fevereiro, às 19h30. Após seis anos de trabalhos missionários no Projeto Missionário Ribeirão Preto/Manaus, o padre Gil retorna à Arquidiocese para dar sequência ao exercício do seu ministério presbiteral.

Vigários Paroquiais

 Os padres Anderson Xavier Lopes e Francisco Leomagno Lima Santos foram nomeados Vigários Paroquiais.



Padre Kleber e Pe Anderson
O padre Anderson passa a ser o vigário paroquial da paróquia Jesus Misericordioso e Santa Edwiges, no Jardim Nova Aliança, em Ribeirão Preto.
O padre Francisco foi designado para ser o vigário paroquial das paróquias Nossa Senhora da Piedade e Sagrado Coração de Jesus, em Serrana.

Fonte:arquidioceserp.org.br

4 de janeiro de 2012

PADRE SAMUEL COMPLETA 2 ANOS NA PAROQUIA CRISTO RESSUSCITADO

Na presença de grande número de paroquianos, Padre Samuel Matias celebrou, na última terça-feira(03/01), o segundo ano como Pároco da Paróquia Cristo Ressuscitado. A celebração aconteceu na Igreja Matriz, às 19h30.

Na sua homilia Padre Samuel fez um breve relato destes dois anos frente à Comunidade. Segundo ele, tem sido um aprendizado muito grande. E agradeceu aquelas pessoas que estão à frente das equipes e pastorais e que sempre tem se empenhado na suas funções com muita dedicação e seriedade. “Com a colaboração de todos da comunidade, temos conseguido levar a frente o trabalho missionário proposto pela Igreja Particular de Ribeirão Preto.”  Enfatizou o Padre.

Antes da benção final, Padre Samuel foi homenageado pela Equipe da Liturgia, representando toda comunidade, com palavras de agradecimentos e gratidão pelos trabalhos desempenhados durante este biênio - 2010/2011.

Após a celebração todos foram convidados a compartilhar de um coquetel regados de salgados e refrigerantes, sem faltar também o tradicional bolo de aniversário.

Nossos agradecimentos ao Padre Samuel pela dedicação e carinho com que tem conduzido a Nossa Paróquia, sempre com muito zelo, ajudando as pessoas a encontrar o caminho de Deus. Nossos desejos que esta parceria Pároco-Comunidade perdure por muitos e muitos anos. Que Deus o ilumine e abençoe sempre.

Veja algumas fotos da celebração: (Clique para ampliar).
                 Fonte:pcrrpo.org

30 de dezembro de 2011

SAGRADA FAMÍLIA: IMAGEM MODELO DE TODA A FAMÍLIA HUMANA

O exemplo de Nazaré:
 
Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la.

Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e ser discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas!

Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré.

Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores, na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo. Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê.

Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu caráter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social.

Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano; restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este teto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos econômicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim mais nobre. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande Modelo, o seu Irmão divino, o Profeta de todas as causas justas que lhes dizem respeito, Cristo Nosso Senhor.


João Paulo II, na Carta dirigida à família, por ocasião do Ano Internacional da Família, 1994, escreve:

 
A Sagrada Família é a primeira de tantas outras famílias santas. O Concílio recordou que a santidade é a vocação universal dos batizados (LG 40). Como no passado, também na nossa época não faltam testemunhas do "evangelho da família", mesmo que não sejam conhecidas nem proclamadas santas pela Igreja...
 

A Sagrada Família, imagem modelo de toda a família humana, ajude cada um a caminhar no espírito de Nazaré; ajude cada núcleo familiar a aprofundar a própria missão civil e eclesial, mediante a escuta da Palavra de Deus, a oração e a partilha fraterna da vida! Maria, Mãe do amor formoso, e José, Guarda e Redentor, nos acompanhem a todos com a sua incessante proteção.


Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!

29 de dezembro de 2011

2012 E O "FIM DO MUNDO"

Qual deve ser nossa atitude?

Iniciamos o ano de 2012. Ano frequentemente presente nos últimos meses na grande mídia (páginas web, redes sociais, e inclusive nas telas de cinema), especialmente por conta de supostas profecias que preveriam o fim do mundo para os seus dias. A esta data se chegou por intermédio de um complexo emaranhado de conjecturas que levariam a crer que o fim dos tempos coincidiria com o fim do calendário Maia, ou seja, em dezembro deste ano.

 
Afinal, há real motivo para nos preocuparmos?
 
Em primeiro lugar, há que se dizer que tais supostas profecias não constituem novidades na história da humanidade. Ao longo dos séculos foram muitos os pseudoprofetas que alardearam um fim do mundo iminente gerando grande inquietação entre os mais crédulos. Perderíamos a conta se fôssemos averiguar quantas vezes o “mundo já acabou”. Na própria época em que o Senhor estava em carne mortal em meio a nós, já existiam tais suposições. A resposta de Cristo? “Daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai” (Mc 13,32).

Um cristão não deve se preocupar com estas supostas previsões, pois o mesmo Senhor, que nos revelou todo o necessário para nossa salvação e felicidade, quis preservar no mistério de Deus o dia e a hora em que este mundo teria fim. Como afirma o Catecismo da Igreja Católica (cf. n. 65), em Cristo o Pai nos disse tudo. Não haverá outra revelação além dessa. E o grande doutor místico espanhol, São João da Cruz, afirmava em sua “Subida ao Monte Carmelo”: «Ao dar-nos, como nos deu, o seu Filho, que é a sua Palavra - e não tem outra – [Deus] disse-nos tudo ao mesmo tempo e de uma só vez nesta Palavra única e já nada mais tem para dizer. [...] Porque o que antes disse parcialmente pelos profetas, revelou-o totalmente, dando-nos o Todo que é o seu Filho. E por isso, quem agora quisesse consultar a Deus ou pedir-Lhe alguma visão ou revelação, não só cometeria um disparate, mas faria agravo a Deus, por não pôr os olhos totalmente em Cristo e buscar fora d'Ele outra realidade ou novidade».

O Magistério da Igreja, seguindo os passos de seu Fundador, decretou em 1516, no V Concílio de Latrão: “Mandamos a todos os que estão, ou futuramente estarão, incumbidos da pregação, que de modo nenhum presumam afirmar ou apregoar determinado juízo. Com efeito, a Verdade diz: 'Não toca a vós ter conhecimento dos tempos e momentos que o Pai fixou por Sua própria autoridade'. Consta que os que até hoje ousaram afirmar tais coisas mentiram e, por causa deles, não pouco sofreu a autoridade daqueles que pregam com retidão. Ninguém ouse predizer o futuro apelando para a Sagrada Escritura, nem afirmar o que quer que seja, como se o tivesse recebido do Espírito Santo ou de revelação particular, nem ouse apoiar-se sobre conjecturas vãs ou despropositadas. Cada qual deve, segundo o preceito divino, pregar o Evangelho a toda criatura, aprender a detestar o vício, recomendar e ensinar a prática das virtudes, a paz e a caridade mútua, tão recomendada por nosso Redentor.”

Sabemos, pela fé, que este mundo não é definitivo, e cremos, como rezamos frequentemente no Símbolo Apostólico, que o Senhor voltará glorioso para julgar vivos e mortos. E qual deve ser nossa atitude enquanto Ele não aparece em Sua glória? É o próprio Senhor quem nos responde: “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor” (Mt 24,42). Essa deve ser, portanto, a nossa atitude: a de espera. É justamente por isso que o fim do mundo jamais deverá surpreender a um fiel cristão, que não pode temer nem a vida, nem a morte. Para ele, o fim do mundo não será uma surpresa, pois ele o espera. Espera ansiosamente o encontro final com o Senhor de sua vida, a alegria sem fim, fruto da contemplação face a face do Amado de nossas almas. Os primeiros cristãos, nossos pais na fé, desejavam ardentemente essa vinda do Senhor ao suplicarem: "Vem, Senhor Jesus!" (cf. Ap 22,20).

A esperança cristã, no entanto, não nos faz desentendermos das coisas desta terra. Ao contrário, pelo fato de esperamos novos céus e nova terra, trabalhamos intensamente para estar preparados para este dia. Diante da consciência de que este mundo - tal qual conhecemos - não durará para sempre, somos interpelados a aproveitar ao máximo cada segundo que a paciência de Deus nos concede, para nos convertermos à Sua santa vontade. Na realização livre dos planos que o Todo-poderoso sonhou desde sempre para cada um de nós está a nossa felicidade, e, em definitiva, é só isso o que importa: querer o querer de Deus.

Certa vez os amigos de um jovem santo - dizem que foi São Luiz Gonzaga - perguntavam entre si o que fariam se soubessem que o mundo acabaria naquele exato momento. As respostas foram muitas: um buscaria confessar-se o quanto antes, o outro procuraria reconciliar-se com os seus familiares, etc. A resposta do santo? “Continuaria jogando, como estou fazendo agora”. Essa tranquilidade é consequência de saber-se em cada momento na vontade de Deus. Quem nela está não se preocupa se o mundo terminará hoje ou amanhã, pois em cada momento está preparado, esperando ansiosamente o encontro último com seu Senhor.

 
Padre Demétrio Gomes
Diretor do Instituto Filosófico e Teológico do
Seminário Arquidiocesano São José de Niterói













 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Best WordPress Themes